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Crea-BA

Crea-BA indica dois nomes para principais honrarias do Sistema Confea/Crea e Mútua para 2026

O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia da Bahia (Crea-BA) indicou os nomes de dois profissionais para concorrer às principais honrarias do Sistema Confea/Crea e Mútua para o exercício 2026. Para a Medalha do Mérito, foi eleito o engenheiro agrônomo Jonas Dantas dos Santos, enquanto o geólogo Ernesto Fernando Alves da Silva (in memoriam) foi o escolhido para a Inscrição no Livro do Mérito. Suas indicações partiram, respectivamente, das Câmaras Especializadas de Agronomia (Ceagro) e de Geologia e Engenharia de Minas (Cegem).

Ambas as honrarias serão entregues em cerimônia na 81ª Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia (Soea), entre os dias 13 e 16 de outubro, em Aracaju (SE). Enquanto a Medalha do Mérito homenageia profissionais vivos por suas contribuições para a melhoria dos serviços prestados pelo Sistema Confea/Crea e Mútua e o desenvolvimento da Engenharia, Agronomia e Geociências no Brasil, bem como pelos serviços relevantes à sociedade e ao Sistema, a inscrição no Livro do Mérito visa reconhecer os profissionais já falecidos por suas atuações notáveis.

Coordenador da Comissão do Mérito do Crea-BA, o engenheiro civil Jonas Aloísio Carneiro Lima afirma que a Medalha “simboliza o reconhecimento público pela excelência técnica, liderança, ética e impacto social desses profissionais”. Ainda segundo o conselheiro, a inscrição dos homenageados no Livro “representa o reconhecimento institucional e familiar pelo trabalho e contribuição que esses profissionais deixaram para as gerações seguintes”.

Jonas Dantas e Ernesto Fernando tiveram suas indicações aprovadas na última reunião plenária ordinária de 2025, ocorrida em 15 de dezembro daquele ano no auditório do Sindicato da Indústria da Construção do Estado da Bahia (Sinduscon-BA). Vice-presidente do Crea-BA no ano 2000, Ernesto foi escolhido por unanimidade para a Inscrição no Livro do Mérito. Já Dantas, que presidiu o Conselho entre 2006 e 2011, teve seu nome incluído na disputa para a Medalha ao vencer o engenheiro civil José Fidelis.

Conforme Jonas Aloísio, as indicações do Regional são realizadas por sua Comissão do Mérito, com a análise interna dos nomes previamente escolhidos pelas Câmaras Especializadas de cada modalidade profissional, bem como sua aprovação. Em seguida, os nomes aprovados pela Comissão são submetidos à apreciação do Plenário do Crea-BA.

“Os nomes indicados pela Plenária são então enviados à Comissão do Mérito Nacional, que analisa as indicações das regionais para a definição dos que serão contemplados com a homenagem em âmbito nacional. Não houve indicação no ano de 2025 para a terceira categoria, a Menção Honrosa”, completa.

Reconhecimento

Jonas Dantas justifica que sua indicação para uma honraria como a Medalha do Mérito “significa o reconhecimento de uma gestão, que fizemos junto com os nossos colaboradores, de interiorização das ações do nosso Crea-BA, voltada para o desenvolvimento do estado, em questões de interesse social, focada na valorização profissional e fortalecimento das nossas entidades”.

O indicado para a Medalha participou dos Conselhos Municipal de Meio Ambiente (Comam) e Estadual de Proteção Ambiental (Cepram), das Fiscalizações Preventivas Integradas (FPIs) da Bacia do São Francisco, bem como da formulação do Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano (PDDU) e de ações para garantir o salário mínimo profissional e o apoio na aprovação da lei da Engenharia Pública, entre outras iniciativas. À frente do Regional baiano, Dantas coordenou o Colégio de Presidentes dos Creas, além de integrar o Grupo de Trabalho (GT) de Meio Ambiente.

“Recebi essa notícia com muita satisfação e agradecimento a todos, profissionais do Sistema e os funcionários do nosso Crea-BA, que também fazem parte dessa homenagem”, declara o ex-presidente do Conselho.

Dedicação pelo que faz

Além de ocupar a vice-presidência do Crea-BA, Ernesto Fernando, que faleceu em maio de 2025, atuou na Companhia Baiana de Pesquisa Mineral (CBPM) durante mais de 50 anos. Na visão do geólogo, ex-conselheiro regional e amigo Gileno Amado, Ernesto foi considerado “a maior liderança técnica da empresa, trabalhando incansavelmente na cidade e no campo, no planejamento e gestão de projetos básicos de geologia, exploração e pesquisa mineral, em grande parte do território baiano”.

“Sua dedicação e competência profissional contribuíram decisivamente para a descoberta de importantes depósitos minerais, a exemplo do níquel, vanádio e ouro, nos municípios de Itagibá, Maracás e Santa Luz, respectivamente, contribuindo significativamente para tornar o estado da Bahia o terceiro produtor mineral do país”, pontua Amado, referindo-se ao papel desempenhado por Ernesto no desenvolvimento da mineração baiana.

Hugo Gonçalves

Fotos: Divulgação

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